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análise • wiiu 
Yoshi's Woolly World
Escrita por Nícolas Andréas Cardoso Martins Ferreira

Woolly World, assim como a maioria dos lançamentos da Nintendo no ano de 2015, tinha muito o que cumprir. Splatoon tinha que conquistar um público com novidades enquanto Super Mario Maker tinha que conseguir sucesso estritamente com truques já conhecidos pelo público. Já as responsabilidades de Yoshi vinham da necessidade de superar o padrão alto de seus antecessores - isso mesmo, antecessores no plural, Yoshi’s Island e Epic Yarn - sendo, de certa forma, um amalgama de ambos.

O maior desafio do lançamento - e um ponto em que Woolly World tem um sucesso fenomenal - é o de comportar ambos estilos de jogo e apresentar fases cujo level design reflita as mudanças que essa combinação traz. Enquanto Kirby's Epic Yarn deixou de lado a jogabilidade peculiar da bolota rosa para focar nas novas mecânicas que o título introduzia, Yoshi nos traz a um mundo de lã sem sacrificar o que o definiu na era do SNES.
 
 
De início, já fica claro que Woolly World foi feito com o intuito de ser uma sequência de Yoshi's Island, muito mais que qualquer outro lançamento recente que tome este nome. A integração das duas principais mecânicas do jogo, a clássica de Yoshi com a moderna de Epic Yarn, acontece de forma muito mais natural aqui do que para Kirby, resultando num produto muito mais satisfatório.
 
Os ovos de Yoshi são substituídos por novelos de lã que vem em dois tamanhos, pequeno e grande, o que influencia na jogabilidade muito além da simples satisfação de atingir um inimigo irritante com uma bola de lã maior que o próprio Yoshi: uma das novas requer o uso dos novelos para criação de novas plataformas e até mesmo canos para salas secretas e rotas diferentes dentro das fases, fazendo com que a mudança não seja apenas cosmética. Os novelos grandes contam como três dos pequenos, possibilitando usos estratégicos onde os três hits acertem inimigos ou plataformas diferentes. Eles também são úteis contra inimigos gigantes que necessitam de mais dano para serem derrotados e destruição que costumam causar quando bem utilizados é uma das muitas pequenas sensações de satisfação que o jogo causa.
 
Antigos inimigos retornam, agora ajustados para as novas mecânicas do jogo, o que lhes dá novos propósitos - alguns podem ser amarrados pelos novelos de Yoshi, outros podem ser atrasados ou utilizados para abrir caminho - nas fases além do simples obstáculo. As fases, por sua vez, são todas muito peculiares e acabam conseguindo ser, em geral, mais marcantes que as fases de outros jogos de plataforma. Novos inimigos também são adicionados ao time dos antagonistas, e todos eles se encaixam de forma natural.
 
 
O jogo também conta, pela primeira vez na franquia Yoshi, com multiplayer. Diferente de New Super Mario Bros., onde a tela é dividida entre até quatro pessoas, Woolly World faz a sábia escolha de sacrificar dois jogadores para tornar a jogatina muito menos caótica e mais organizada. Os jogadores ainda podem – e com certeza irão - jogar de forma competitiva, mas o número de mortes acidentais causados por jogadores que estão supostamente tentando cooperar são muito menores, tornando a experiência mais agradável, mesmo quando os jogadores tentam sabotar uns aos outros propositalmente.
 
Outro ponto positivo para Yoshi's Woolly World é o Mellow Mode: uma espécie de modo fácil que está disponível desde o início do jogo onde o jogador controla um Yoshi - quase - invencível. A segunda adição que diz respeito à dificuldade é a das Power Badges, insígnias com diversos efeitos que podem ser ativadas pelos jogadores no início das fases, bem como durante as mesmas. Estes itens são destravados ao final de fases e não podem ser usados simultaneamente, ou seja, só uma pode estar ativa por jogador. O uso destes itens requer sempre um pagamento de beads, as gemas que são coletadas durante as fases e que servem de moeda.
 
Essa é uma ótima adição pois, de certa forma - e graças à natureza e diversidade das insígnias -, possibilita um nível de dificuldade ajustável que permite que jogadores mais inexperientes se adaptem aos desafios das fases no Classic Mode sem ter que apelar para o Mellow Mode, que remove quase toda dificuldade e parece ter como alvo crianças pequenas que ainda estão se familiarizando com jogos digitais. Tudo isso é um grande passo na direção certa uma vez que torna possível a criação de fases sem que o desafio seja sacrificado para atingir um público novo, e o resultado dessa liberdade por parte do time de desenvolvimento se torna aparente logo nos primeiros mundos do jogo.
 
Enquanto Woolly World não é de uma dificuldade extrema, as fases são claramente mais desafiadoras que o comum dentre os títulos recentes da Nintendo. Os puzzles, quando presentes, são simples, porém efetivos, além de realizarem bem as novas possibilidades que a mecânica de lã traz ao lançamento. O jogo apresenta um aumento de dificuldade constante, e as fases especiais conseguem ser especialmente cruéis, servindo a todo momento como um teste para as habilidades do jogador, colocando-o tanto em fases frenéticas quanto em situações onde se deve prosseguir com extrema cautela, mas nunca o desafio parece ser injusto, dando assim significado à todas as vezes que o jogador falha.
 
O título também tem uma grande variedade, seja em termos de fases ou power-ups, dificilmente o jogo repetirá conceitos mais do que o necessário. De fato, Woolly World é para Yoshi o mesmo que os Donkey Kong Country da Retro Studios são para DK. O lançamento nunca deixa de ser um jogo de plataforma 2D, e em certos momentos até retorna às antigas convenções do gênero, mas nunca deixa isso lhe tirar a identidade, sempre absorvendo o melhor desses conceitos e sem deixar que eles o tornem monótono mesmo que por alguns segundos.
 
 
Woolly World é um lançamento tão cheio de alma e com tanto carisma que fica fácil de distingui-lo de títulos que tentam se utilizar de uma fofura genérica e industrializada para vender seu produto. Pelo contrário, o carisma do jogo e seus personagens é o resultado honesto de um processo de criação que foi claramente influenciado por pessoas que se importam com um resultado final positivo. A essência de Yoshi não está só no visual, mas também no design das fases, nas músicas que dão vida aos mundos de lã e nas pequenas animações que só serão vistas pelos jogadores mais atentos.
 
A direção de arte de Yoshi's Woolly World, obviamente ajuda nisso tudo, e é fantástica. O lançamento cria com facilidade um mundo de lã, tecido e outros materiais de costura que poderia facilmente se passar por um diorama feito com lã e enchimento. E esta é outra evolução do jogo se comparado a Epic Yarn, uma vez que Woolly World tira ainda melhor proveito das texturas de tecidos, da sensação da lã e de outros materiais que o antecessor. 
 
A trilha sonora de Woolly World é tão maleável quanto os tecidos que compõem o mundo do título. Desde rock até bossa nova, Yoshi não se cansa de trazer tipos e ritmos de música diferentes, e todas elas cabem perfeitamente no ambiente em que tocam, desde os campos verdes das primeiras fases até às pirâmides, às montanhas congeladas e cavernas do jogo.
 
 
O lançamento conta ainda com um grande número de itens colecionáveis escondidos para os jogadores que gostam de explorar cada canto do jogo. Cada fase conta com cinco flores, cinco novelos especiais e vinte beads secretos. Obviamente, todos esses itens dão aos jogadores recompensas exclusivas, o que faz com que a tarefa de colecioná-los agracie o jogador com diferentes níveis de satisfação no decorrer da aventura. Quando coletadas todas as cinco flores de todas as fases em um mundo, uma das já mencionadas fases secretas é destravada, contabilizando uma por mundo. Os beads secretos destravam stamps com desenhos dos personagens do título para postagens no Miiverse.
 
A maior fonte de recompensas, porém, são os novelos especiais. Quando coletados, um novo Yoshi é destravado e se torna jogável. Cada fase contém cinco dos novelos, totalizando de mais de cinquenta Yoshis destraváveis. Esses itens, em conjunto com o aumento do nível de dificuldade constante das fases, ajudam a dar aos jogadores um bom senso de progressão no decorrer do jogo. Além dos já mencionados Yoshis destraváveis, Woolly World ainda conta com mais de trinta Yoshis baseados nos personagens de Super Smash Bros. que são destraváveis através dos amiibo.

VEREDITO

Yoshi's Woolly World não reinventa a roda da indústria dos jogos ou mesmo de seu próprio gênero, até por que, não é isso que o título propõe, mas isso não o impede de ter uma identidade única que o difere de todos os outros lançamentos do gênero. Não só isso, o jogo é de longe um dos melhores e mais peculiares jogos de plataforma já feitos, assim como o melhor jogo de plataforma da geração atual. O jogo consegue, e com grande sucesso, ser acessível e ainda assim difícil, ser velho e novo e, acima de tudo, consegue ser a perfeita mistura de dois estilos.
 

9,0
COMENTáRIOS • site
Liz
24/12/2015 s 13:00
@Ledig

Não sei se você se importa em usar isso, mas tem uma bagde que você compra em WW que te mostra os itens escondidos, como se fosse o papagaio de DKTF.

Eu só passei a usar essa bagde a partir do quinto mundo, quando já estava meio de saco cheio hahaha
Ledig
23/12/2015 s 13:15
Concordo com os comentarios que dizem do sistema de coletáveis meio chatos, no sentido de paredes invisiveis e nuvens invisíveis em lugares totalmente aleatórios.

Uma coisa que sempre me incomodou muito em qualquer plataformer 2D são coisas escondidas de maneiras totalmente aleatórias ou impossíveis de deduzir, como no caso de paredes e blocos/nuvens invisíveis.

Eu estava jogando Yoshi New Island esses dias, eu repeti a mesma fase umas 4 vezes tentando achar umas estrelas, encostando em todas as possíveis paredes para ver se alguma delas atravessava, até que decidi sair pulando aleatoriamente em cada caminho da fase e do nada encontro uma nuvem invisível que estava num lugar totalmente aleatório. Pra mim isso não é exploração, é escrotisse, é diferente de ver aquele bloco de cor diferente, ou ver um caminho la no alto que você fica "Acho que da pra chegar ali, deve ter algum caminho que leva até alí".

Outro exemplo é Super Metroid, é ridículo a quantidade de itens em lugares totalmente aleatórios que você só encontraria se saísse atirando pra todos os lugares igual um maluco.

A dificuldade fácil e colecionáveis escondidos de maneira aleatória/invisível neste Yoshi Wolly World me desanima para comprar o jogo...
NewD2Boy
23/12/2015 s 10:55
O jogo é fantástico e mostra que só gráficos não fazem de um jogo ser bom, a Goodfeel se preocupou com tudo no jogo e fez um jogo acima da média esse jogo eu irei comprar para o meu Wii U no ano que vem.
WTF Ivysaur
22/12/2015 s 23:22
Exatamente RankarchVoid

Mediocre é um jogo bom. Não ótimo, muito menos ruim. Só é um jogo bom que fez seu papel e não foi nem um pouco além. Mario U é previsivel em todos os momentos. As músicas, as fazes, os chefes, o final boss, os bonus. Literalmente tudo. O ÙNICO momento wow do jogo foi aquele stage que parece uma pintura no mundo 5. Mas aquilo já foi mostrado nos trailers e tudo, então nem foi tão wow assim.

E de novo, não estamos falando sobre plataformers. Mas plataformers que estão concorrendo ao prêmio de melhor plataformer da geração.
RankarchVoid
22/12/2015 s 19:28
@Stardust

Medíocre é algo :"de qualidade média, comum; mediano, meão, modesto, pequeno, pobre, banal".

Estou jogando o jogo nesse momento e me divertindo com ele, mas por falta de originalidade, sim, ele acaba se encaixando na palavra medíocre.
Depois de zerar os três NSMB anteriores, não consigo mudar de ideia sobre a série ou sobre esse game.
Stardust
22/12/2015 s 15:13
NSMBU não é um jogo medíocre, é um ótimo platformer, o único problema que eu vejo é que ele é muito semelhante aos títulos anteriores: temas dos mundos, músicas, efeitos, etc. Não é um jogo tão original mas nem por isso é medíocre.
RankarchVoid
22/12/2015 s 12:35
O Kirby, apesar de não ser bem um platformer, é até aceitável como concorrente do Yoshi.
Agora a franquia NSMB é medíocre atualmente, não forcem a barra.

Quando um jogo como NSMBU é colocado como um dos melhores você vê a escassez que os jogadores de platformer estão passando...
WTF Ivysaur
21/12/2015 s 14:55
Só não considero este Kirby um plataformer. E mesmo se considerasse, não entraria mesmo na competição dos melhores plataformers da geração.

Mario U é escrotamente mediocre. A magia acabou, tá tudo sem sal e sem amor. Mas como você falou, Mario é Mario. Vão pagar pau pra Mario porque é Mario.
Linkjope
21/12/2015 s 09:24
Cadê a análise do Devils Third??
Stardust
21/12/2015 s 01:03
Ivysaur

Foi não poxa, eu joguei o Kirby e é um excelente jogo, ele no quesito arte é tão grandioso quanto esse Yoshi, só que infelizmente é mais curto, só bosses são parecidos e outras coisas. E NSMBU é, para mim, o melhor da série New, Mario é Mario.
Jaime88
21/12/2015 s 00:40
Parabéns Nícolas. Excelente review!
Estou curtindo muito o jogo!
Ainda assim, prefiro muito mais DKC:TF e NewSMB U, como 2D platformers no Wii U.
WTF Ivysaur
20/12/2015 s 13:49
Stardust:

Esqueci dos indies.

Mas colocar NSMBU, SMLU e Kirby foi muita forçação(?) de barra. Manera ai mano!
shadowfly
20/12/2015 s 11:10
O jogo é bom, melhor do que eu imaginava, mas seria perfeito se fosse um 3D open world...Seria sensacional..A quantidade de jogos 2D que a Nintendo está fazendo só mostra o quanto ela é relapsa com suas franquias e seus consumidores que estão diminuindo consideravelmente.
denis_timao
20/12/2015 s 08:42
De fato o jogo tá sensacional, um dos melhores do gênero sem dúvidas, mas há jogos melhores, pra mim o melhor plataforma 2D dessa geração é Donkey Kong Tropical Freeze fácil!

Ps: Eu sou o único aqui que jogou Ori The Blind Forest do XOne???
Stardust
20/12/2015 s 02:21
@Nicolas

No Yoshi's Island de SNES realmente tinham algumas nuvens invisíveis (não eram muitas), mas era muito óbvio onde elas estavam e não funcionavam do mesmo jeito que nesse novo jogo do Yoshi. Eu pelo menos não lembro de precisar me jogar ou atirar um ovo em todos os cantos da fase para saber se tinha uma nuvem invisível. Ah, e a maioria delas no Yoshi's Island dropavam estrelas (o que não é tão importante porque tem várias nos levels).

Fato é que o uso abusivo dessas nuvens invisíveis demonstra uma certa preguiça no level design do jogo, que já é bastante simples sem elas.

E sobre os mobs que eu disse, eles não estão exclusivamente em salas, estão no meio do cenário, pode ser qualquer sequência de mobs.

Entendam que eu não estou criticando as mecânicas, e sim o abuso delas e o jeito que elas foram inseridas no jogo. Tem level que eu precisei repetir mais de 3 vezes para achar tudo porque o jogo arranja vários jeitos de esconder os coletáveis, isso é muito cansativo e aleatório.

E eu acreditei que você estivesse se referindo aos plataformas 2D apenas, porque não faz muito sentido pra mim comparar um 2D com um 3D.
Liz
19/12/2015 s 23:49
Zerei e fiz 100% deste jogo maravilhoso! Meu plataforma 2D favorito do WiiU.

Mas achei as fases S do New Island bem mais difíceis.
Liz
19/12/2015 s 23:47
"De início, já fica claro que Woolly World foi feito com o intuito de ser uma sequência de Yoshi's Island, muito mais que qualquer outro lançamento recente que tome este nome."

Não seria o New Island?
nicolasacmf
19/12/2015 s 23:20
Eu disse que era o melhor jogo de plataforma da geração, nunca especifiquei que era apenas entre os 2D. E Yoshi's Island de SNES já tinha nuvens invisíveis, bem como salas onde era necessário derrotar inimigos para conseguir itens colecionáveis como as smiley flowers.
_____SNAKE_____
19/12/2015 s 22:24
RankarchVoid, quais VC se refere como medianos? Pq eu citei ótimos jogos e os que o Stardust nenhum é mediano TB, a n ser que VC co sidere notas do metacritic que se for assim dktf é apenas mediano por causa de umas poucas notas muito ruins.
RankarchVoid
19/12/2015 s 21:44
@SNAKE e @Stardust

Desses que vocês citaram, tirando os indies, ficamos com 2 ou 3 games muito bem feitos e vários outros beeeem medianos, então, não, a concorrência de Yoshi não é grande.
Stardust
19/12/2015 s 21:25
@Snake

Os coletáveis do Yoshi's Island de SNES não estavam escondidos igual o desse jogo: não tinham paredes invisíveis, nuvens invisíveis e também não era necessário matar os mobs para dropar algum coletável (só as estrelas, mas tinham em abundância e chegavam a um número limite). Eu obviamente não ligo de um jogo plataforma ter coletáveis, mas nesse jogo esse é foco, o que torna massante depois de um tempo. Tanto os DKCs quanto o Yoshi's Island de SNES são mais difíceis e bem menos focados em coletar.

E não me interprete mal, eu gostei do jogo, mas achei esses pontos fracos. Ele é o segundo melhor jogo da franquia para mim, com certeza. Quem gosta de um collectathon, com certeza vai gostar ainda mais que eu.
Otaner
19/12/2015 s 21:20
O jogo realmente é bom, mas tirando a procura dos colecionáveis o jogo é fácil d+ o que para alguns pode ser um problema.
Stardust
19/12/2015 s 21:05
@WTF Ivysaur

Shovel Knight, Shantae, Ori, NSMBU, NSLU, Kirby and the Rainbow Curse...
_____SNAKE_____
19/12/2015 s 20:59
WTF Ivysaur, Mário e um monte de indie de plataforma não conta n? Pra mim é tudo jogo. E olhe que colocando os índies o número de jogos nesse estilo são muito grandes e conta com grandes jogos como shantae e shovel knight.
_____SNAKE_____
19/12/2015 s 20:56
Stardust, essa mecânica de coletáveis do yoshi é a mesma desde a primeira versão do jogo, é a mesma dos DK antigos e novos. E de muitos jogos de plataforma, n sei pq VC está reclamando disso, parece até que esse foi o primeiro jogo desse estilo que VC jogou. Sem falar que pela quantidade de coisas ruins que VC achou, ao meu ver tem pouca coisa que se salve no jogo pra VC. Sei não viu, está certo que é sua opinião, mas achei sem fundamento nenhum os seus motivos de crítica.
WTF Ivysaur
19/12/2015 s 20:49
"melhor plataforma 2D da geração?'

Como se a concorrência fosse grande.

Além de DKTF e Rayman, algum outro??
Stardust
19/12/2015 s 20:27
Bacana a review.

Pessoalmente, eu joguei e não achei tudo isso (melhor plataforma 2D da geração?). Concordo que é um bom jogo para esse gênero (igual todos os plataformas da Nintendo), com um multiplayer que funciona e com um número gigantesco de coletáveis, uma direção de arte muito boa em todos os sentidos e os bosses são criativos.

Mas é um jogo muito fácil e básico para quem é fã do gênero. Em alguns momentos eu achei o jogo enjoativo, porque se você não tentar coletar tudo, não existe desafio, já que o jogo não tem vidas nem tempo para terminar a fase. Ele também abusa dos coletáveis e como escondê-los: paredes invisiveis, sequência de mobs para derrotar que acaba dropando X coletável, nuvens que só aparecem se você passa com o Yoshi por X lugar. Ou seja, o jogo não é tão dinâmico por causa disso. Você ter que passar com o Yoshi em cada cantinho do mapa para ver se não tem nada escondido uma hora cansa.

Tem também as transformações que não adicionam nada (é muito rápida essas partes) e algumas fases não funcionam bem no multiplayer. E esse Mellow Mode me frustou um pouco, eu selecionei para a minha irmãzinha e também fui obrigado a jogar nele (por que só o Yoshi dela não ficou com asas?).

Enfim, fiquei satisfeito principalmente pelo multiplayer. Também recomendo.
Pohkan
19/12/2015 s 19:59

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