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análise • switch 
DOOM
Escrita por Felipe Lima (Necrohunter)
DOOM

Visão Geral

 DOOM é um jogo da clamada franquia de tiro desenvolvida pela ID Software e com publicação à cargo da Bethesda. A última vez em que vimos um jogo da franquia foi há quase 13 anos, com DOOM 3. Seu lançamento originalmente aconteceu em 2016 para Xbox One, PC e PlayStation 4 e agora ganhou uma versão para o home console da Nintendo: o Switch. No Nintendo Switch, DOOM oferece tudo o que já era conhecido nos demais consoles, com a possibilidade da portabilidade adicionada como um bônus para os donos do híbrido. 
 
História
 
A história inicial do jogo acontece quando a UAC (uma corporação que possui negócios em Marte) é totalmente destruída por demônios. A empresa em si tinha objetivo de explorar o inferno e saber mais sobre seus recursos por interesse dos humanos. Quem puxou o gatilho para a destruição da base marciana foi a doutora Olivia Pierce, que ativou uma onda infernal com objetivo de acelerar as pesquisas mas acabou destruíndo a UAC e matando 60 mil membros que trabalhavam lá. Como se não bastasse isso, aqueles que sobreviveram em Lazarus, acabaram virando aberrações.
 
DOOM
 
Lutas Frenéticas
 
Apesar do limite de 30 fps imposto pela id Software, DOOM oferece a clássica jogabilidade de qualquer shooter disponível no mercado. Tenha em mente que vários dos demônios são bem velozes, e que sua agilidade e reflexos serão essenciais para avançar por ondas e mais ondas infernais de inimigos através das fases. Ainda que 20 fps não pareça ser o suficiente, ao jogar você perceberá que o trabalho foi incrível e que a essência do jogo fica inalterada, digno de reconhecimento.
 
Um dos problemas perceptíveis no console da Nintendo, acontece quando aumentamos o nível de dificuldade do jogo: os controles podem parecer mais imprecisos aqui, então um PRO Controler ou o uso do Joy-Con grip passa a ser uma bela dica se você deseja conforto e precisão (principalmente no modo portátil).
 
DOOM
 
Cenários e Trilha Sonora
 
Com ambientes muito bem trabalhados, DOOM mostra aos jogadores que a apreensão faz parte do jogo. Corredores, ambientes externos, salas e outros estão muito bem texturizados no Switch, e os efeitos visuais impressionam mesmo com a resolução limitada que o console proporciona em ambos modos.
 
Quanto à trilha sonora, o jogo traz aquilo que qualquer suspense e terror deve conter na fórmula: os efeitos de tiros são muito bem feitos, os passos de inimigos e seus rugidos foram trabalhados de uma forma bem rica. Mas, enfrentei alguns problemas como o som totalmente mutado em algumas partes provavelmente por algum erro, mesmo com a atualização de primeiro dia exijida pelo jogo.
 
DOOM
Os Problemas
 
Como todo jogo que têm sido portado de outras plataformas, DOOM precisou sacrificar suas resoluções altíssimas e seus 60 fps constantes para que se encaixasse perfeitamente nos padrões do console da Nintendo. O jogo consome a bateria do aparelho em modo portátil no mesmo rítmo que The Legend of Zelda: Breath of The Wild, e não aquece demais seu Switch a ponto do cooler interno começar a rugir.
 
Graças ao limite de FPS, é recomendável que os jogadores que quiserem um desafio maior de dificuldade optem pelo grip dos Joy-Con ou pelo Pro Controler, assim o tempo de resposta será muito melhor e mais preciso.
 
No Switch o multiplayer deixa de contar com o editor de mapas presente nas demais plataformas, ele não possui um apelo tão grande quando a campanha solo, mas funciona da mesma maneira que na concorrência (embora eu recomende apenas caso você não tenha Splatoon 2).
 
DOOM
Veredito
 
DOOM caiu como uma bela surpresa no console da Nintendo, e sendo um jogo do último ano, é de se elogiar o quão bom ficou o resultado do incrível trabalho feito pela equipe da id Software. Ainda que o mesmo contenha suas limitações técnicas na plataforma, devemos considerar que toda a essência do jogo foi preservada e que como bônus temos a chance de jogarmos à qualquer hora e em qualquer lugar.
 
*O jogo foi gentilmente oferecido pela Bethesda para essa análise.
 

8,5
COMENTáRIOS • site
Jaime88
18/11/2017 s 15:55
Boa! Obrigado pela análise, ficou excelente @NecroHunter.
O game realmente é imperdivel.
Quanto ao multiplayer de Splatoon 2... é, não dá para comparar.
McWolf
15/11/2017 s 14:27
Achei a análise fraquinha mas esforçada.
E há erros de português.
Valeu pelo esforço.
centurions
15/11/2017 s 14:22
Pro Switch esse game surpreendeu e muito.
Necrohunter
15/11/2017 s 13:00
@rockeiro - Essa minha citação foi referente ao multiplayer de DOOM, que não é atrativo e não empolga muito (independente da plataforma)
rockeiro
15/11/2017 s 11:34
"embora eu recomende apenas caso você não tenha Splatoon 2"

WTF???
Creikt
15/11/2017 s 03:25
Apesar da portabilidade, esse eu prefiro jogar no PC. FPS pra mim é teclado e mouse.
Think
14/11/2017 s 23:48
Muito bom! Fico muito feliz em ver as Thirds voltando para a Nintendo.
Doom é aquele típico jogo que não imaginaria dando as caras no Switch, mas a Bethesda nos surpreendeu muito positivamente fazendo um port de excelente qualidade!
Merece a nota e o sucesso que é!
Feliz tbm em ver que a Bethesda cedeu o jogo para análise! Muito show e mostra a importância do Switch-Brasil na comunidade online de games!
Patolouco
14/11/2017 s 22:06
Eu ainda estou jogando a versão do One e essa nota 8,5 é justa. Um jogo lindo, frenético, divertido e gostoso de jogar.

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