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E3 2014 Index: 3DS
Postado por Equipe Wii U Brasil

 

Desenvolvido pela Intelligent Systems (de Fire Emblem e Paper Mario) Code Name: S.T.E.A.M. é um dos jogos mais incomuns que a Nintendo anunciou esse ano, mesmo pelos padrões da própria empresa, que em si já é fora do normal. Se trata de um RPG de estratégia com elementos de jogos de tiro que se passa em Londres, no século 19. Diferente do tipo de jogo que a Nintendo faz, mas isso é apenas o começo.

 

O jogador controla uma equipe (os personagens são movidos a vapor) comandada pelo presidente Abraham Lincoln, cujo objetivo é eliminar os aliens (que aliás, são inspirados por H.P. Lovecraft) que ameaçam a terra. Os personagens tem um design steampunk e para finalizar o jogo se utiliza de cel-shading para criar um visual que foi inspirado por revistas em quadrinhos americanas dos anos 80. A nova IP da Nintendo deve dar as caras no portátil ano que vem.
 


Criado praticamente por um homem só, Bertil Horberg, Gunman Clive foi muito bem recepcionado no 3DS graças a seu visual único, seu preço bastante econômico e seu bom uso de influências de outros grandes jogos como Mega Man e Double Dragon. A nova sequência promete trazer de volta tudo que foi bom no primeiro, apresentando uma campanha maior e melhor que a construída no original.

Batalhas intensas contra chefes criativos, gráficos e animações que ficam mais cativantes em 3D e progressão sem sentido da história e de seus inimigos é o que o divertido jogo de plataforma do velho-oeste deve reservar a todos que quiserem colocar pouco a mão no bolso para jogá-lo.


Tendo vendido 300 mil cópias no Japão desde seu lançamento em abril de 2013, Fantasy Life foi finalmente anunciado para as Américas e deve agradar muitos dos donos de 3DS por aqui que procuram por um RPG diferente e imersivo.

Criada sob o selo de qualidade da Level-5 com a colaboração de nomes de peso no gênero como Nobuo Uematsu e Yoshitaka Amano, a proposta do jogo é de que, além da opção de embarcar em uma jornada mágica para salvar o mundo como ocorre na maioria dos RPGs, o jogador pode simplesmente procurar viver o dia a dia do universo vasto, complexo e carismático do título, assumindo profissões como de pescador ou caçador e interagindo com outros personagens. Quem embarcar nessa aventura deve encontrar muitas opções de customização para o avatar principal e liberdade para fazer com ele o que bem entender.


Que Monster Hunter é um sucesso no Japão todo mundo sabe. Mas a série de RPGs de ação da Capcom também tem uma boa parcela de fãs no Ocidente. Monster Hunter 3 Ultimate no Wii U tem um número constante de jogadores online, mesmo hoje, 1 ano depois de seu lançamento e considerando as vendas pífias do Wii U.

O motivo disso é o imersivo e expansivo online da franquia, que conta com diversos monstros, áreas e armas. Monster Hunter 4 Ultimate é outra tentativa da Capcom de popularizar a série no ocidente, e trazer ela pra cá com online num sistema que cada vez mais cresce como o 3DS, pode ser o gatilho que a série precisa por aqui.

Monster Hunter 4 tinha uma gama de monstros bem diferente do último jogo da série, e sua versão Ultimate promete ter bem mais, além de subespécies. O jogo lança em 2014 no Japão e no início de 2015 nas Américas.


Uma surpresa adorável a revelação de Persona Q: Shadow of the Labyrinth para o 3DS. Mostrando em um evento dedicado à série Persona, a Atlus, ao mesmo tempo que cumpriu promessa feita no lançamento do 3DS (um jogo da franquia estava listado para o portátil), presenteou o videogame da Nintendo com o segundo melhor anúncio daquele dia (perdendo, obviamente, para Persona 5).

Ambientado no colégio Yasogami, Shadow of the Labyrint nos convida para desvendar os mistérios referentes a uma torre de relógio e a um labirinto que aparece do nada no citado recinto escolar. Rumores afirmam que quem ouvir as badaladas do sino, situado na torre de relógio, morrerá. Os personagens Rei e Zen são peças primordiais para a resolução deste mistério, apesar de suas memórias estarem perdidas.



Os universos de Persona 3 e Persona 4 se encontram aqui com seus principais personagens. Tal perspectiva se alastra pela jogabilidade. Apesar de a progressão labirinto adentro nos remeter a Etrian Odyssey, em uma visão em primeira pessoa, o sistema de batalha já guarda similaridades mais próximas ao universo dos dois Personas citados. Contando com uma infinidade de personagens, multiplas fusões para novos personas, escolhas de diálogos que mudarão o rumo da narrativa, um visual estilo chibi encantador e uma trilha sonora com a qualidade típica da franquia, Persona Q: Shadow of the Labyrinth promete entregar uma experiência sólida, diferenciada e, ao mesmo tempo, reconhecível para os fãs da série.


Ace Attorney Trilogy contém os primeiros três episódios da saga de Phoenix Wright: o Ace Attorney original, Justice of All e Trials and Tribulations. Com gráficos remasterizados em 3D, esta é uma ótima porta de entrada para a franquia, mesmo que uma coletânea com Apollo Justice fosse muito mais atrativa. Conheça ou relembre a história de Phoenix Wright a partir do último trimestre de 2014.


É meio estranho imaginar um spin-off de Art Academy, já que, bem, o jogo permite o jogador a desenhar qualquer coisa. Pokémon Art Academy, aparenta funcionar da mesma maneira, mas o que o diferencia dos demais jogos da franquia é o foco em ensinar o jogador a desenhar os monstrinhos. Desde passo-a-passos até modelos de referência na tela superior do 3DS, o foco de Pokémon Art Academy é poluir (positivamente) o Miiverse de desenhos de Pokémon. E do jeito que a franquia é influente, provavelmente funcionará.



Com uma geração de "atraso", os remakes de Hoenn estão aqui! Bem, quase aqui, já que o jogo sai em novembro. Mas isso não impediu a Nintendo de mostrar um pouco do jogo durante o seu Digital Event. O curto trailer mostrou que as mudanças trazidas pelas gerações passadas serão aplicadas aos remakes de Pokémon Ruby Version e Pokémon Sapphire Version, como era de se esperar.

Mega Evoluções agora aparecem na antiga região, mas os Pokémon iniciais não são os únicos que ganham novas formas: os lendários também recebem o que foi chamado de forma  "primitiva". Novos designs dos personagens também foram mostrados, mas por enquanto é tudo o que sabemos. Com um lançamento em menos de dez meses, porém, é de se esperar que mais informações surjam logo.

 

 


A espera finalmente terá um fim. Desde a euforia em seu anúncio, até o lançamento japonês, muitos fãs estavam receosos da demora no anúncio de uma data para a versão ocidental de um dos maiores crossovers do mundo dos videogames. Parece exagero, mas para quem já torrou o cérebro com os puzzles de Professor Layton e com as deduções argumentativas de Phoenix Wright sabe do que estamos falando.

Professor Layton e Phoenix Wright são transportados misteriosamente de Londres para a mística cidade de Labyrinthia onde devem ajudar a garota Espella Cantabella, acusada de ser bruxa. Passando por lindos cenários e recheados de belas cutscenes animadas e dubladas, o detetive e o advogado unirão forças para resolver os enigmas pela cidade e enfrentar os temidos Witch Trials. Tudo no final de agosto. Take That!


Anunciado originalmente apenas para 3DS, Shantae and the Pirate’s Curse dará as caras também na eShop do Wii U e deve agradar a todos que procuram por um bom e clássico jogo de plataforma. A aventura de Shantae contra a constante ameaça de uma gangue de piratas reúne seguidores desde seu lançamento no Gameboy Color e sempre mostrou ser receita certa para boas horas de diversão.

Após ficar sem seus poderes em Risky’s Revenge, a pequena gênia é abordada por sua maior inimiga, a Capitã Risky Boots, e descobre que a magia perdida acabou por corromper a tripulação dela, tirando-a de seu posto de comando. Agora, Shantae terá que se unir a vilã e viver a tão odiada vida de pirata para conseguir impedir os novos adversários e seu plano de reviver um velho mentor que pode trazer destruição a todo o mundo. Com personagens carismáticos e o charme já aclamado da série, Pirate’s Curse promete ser mais um excelente título da franquia.


Como sua versão para Wii U, Shattered Crystal estrela os “novos” Sonic, Tails e Knuckles da série Boom em uma aventura semelhante, mas ao mesmo tempo completamente diferente da que será disponibilizada no console de mesa.

Tanto o enredo do jogo quanto o level design da maioria dos níveis será único e guiará os jogadores através de fases que se aproveitam do estilo mais tradicional da franquia. No 3DS, o trio principal junto com Sticks, uma nova personagem que é exclusiva dessa versão, faz parte de um veloz e clássico plataforma 2D que contará com elementos mais familiares da série somados à introdução de puzzles que farão uso das habilidades únicas de cada personagem.



Cada dia que passa, o maior lançamento da Nintendo neste ano deixa cada vez mais pessoas se remoendo de ansiedade para jogá-lo. A espera agora, porém, ganhou uma data para acabar. Os donos de 3DS poderão colocar as mãos no título em outubro, enquanto sua versão para os consoles de mesa deva sair próxima ao natal.

Até lá, o popular jogo de luta segue revelando mais e mais novidades. Além das informações que são publicadas diariamente em seu site oficial, Super Smash Bros. na E3 introduziu dois novos membros ao elenco jogável da série. Palutena, de Kid Icarus, e os avatares Mii. O segundo, mostra-se ser na verdade três personagens em um, já que ao usá-lo, você poderá escolher entre três classes que contam com jogabilidade própria.

A Nintendo também anunciou a compatibilidade do jogo com a série de miniaturas Amiibo, tornando possível que, ao comprar o brinquedo de sua personalidade favorita, você consiga treiná-lo, customizando seus golpes e tornando-o mais forte através de um sistema de níveis para que ele possa ser colocado no jogo para cumprir várias funções como ajudar o jogador, lutar contra ele ou até enfrentar outro Amiibo.


A originalidade de Theatrhythm Final Fantasy, que privilegiou o vasto acervo musical da série e o inseriu em contextos narrativos diversos (enredo e batalha), deixou os fãs com um gostinho de "quero mais", afinal, por mais que tenham existidos DLCs, o jogo clamava pela inserção mais significativa de novos conteúdos. Pensando nisto, a Square Enix nos dá uma atualização com o subtítulo Curtain Call.

Modos de jogo e jogabilidade preservados, Curtain Call expande esse universo para mais de 200 músicas e 60 personagens jogáveis. Muitos destes e destas totalmente novos, como Lenna e Galuf, de Final Fantasy V ou, ainda, a inserção de personagens e músicas de atuais jogos da série como Final Fantasy Type-0 e de jogos mais antigos e esquecidos, como Mystic Quest. Novidades como o Critical Hit Trigger (que dará mais danos e itens se bem encaixado), os novos modos Versus (multiplayer) e de desafios diários dão a Theatrhythm Final Fantasy: Curtain Call um ar de jogo definitivo que compila, com a devida complexidade gradual de um jogo rítimico, um rico acervo de uma característica marcante da franquia.

COMENTáRIOS • site
ironmateus
15/06/2014 às 10:56
Codename S.T.E.A.M. e Persona Q me interessam muito. Provavelmente irei comprá-los.
default
15/06/2014 às 09:52
Fantasy Life, se apronte, que logo mais vou lhe usar. *_*
Puts, final do ano tá complicado, não sei de onde vou tirar tanto dinheiro uheu Ainda tem Bayonetta >_>
Ro.G.er_Silver
13/06/2014 às 17:31
Fantasy Life, Phoenix Wright Trilogy, Pokémon Alpha Saphire, Smash Bros e Monster Hunter 4 confirmados pra minha coleção!
Joma
12/06/2014 às 10:54
Já estou juntando dinheiro...
Ledig
11/06/2014 às 21:44
TheathRhythm final fantasy vai chegar nas americas mais cedo que pensei!

Mas nem vai valer a pena comprar, em menos de um mês Smash Bros chega, dai minha vida acaba.
Naito
11/06/2014 às 17:02
3 de outubro complica pra mim. Acho que não vou poder pegar o Smash perto do lançamento. T__T

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