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Os mais esperados de 2015 - 3DS
Postado por Equipe Wii U Brasil

2015 chegou já tem um tempo, mas os grandes lançamentos da Nintendo ainda não. Então é tempo de dar uma olhada pro futuro e ver o que esperamos encontrar rodando em nossos 3DS (ou New 3DS) este ano.

Vale lembrar que assim como ano passado, nem todos os jogos dessa lista foram confirmados pro ocidente, e mesmo alguns dos que foram tem pouquíssimas informações reveladas, então é sempre possível que não sejam lançados este ano e apareçam na nossa lista ano que vem. Mas sejamos otimistas. O ano mal começou, e há a possibilidade sim desses 10 títulos ocuparem bem nossos portáteis. Além de, é claro, futuros anúncios.

Lembrando que essa lista é a escolha da equipe Wii U Brasil dos jogos mais esperados de 2015 para 3DS e, sendo assim, alguns jogos já confirmados podem não estar presentes nela.

Além disso, preparamos uma edição especial do nosso podcast pra essa ocasião. Ela funciona num formato mais reduzido, com aproximadamente meia hora, em que comentamos alguns dos jogos dessa lista e fazemos algumas previsões arriscadas para o ano. Repetiremos o formato com o Wii U em breve.

Sem mais delongas, segue o nosso podcast (que pode ser encontrado também no YouTube no final deste artigo) e a nossa lista de jogos mais esperados para o 3DS em 2015.


Bravely Default foi sem dúvida nenhuma um dos grandes jogos de 2014. Para nós. Os japoneses tinham o título em mãos desde outubro de 2012 e o sucesso por lá foi tão imediato que em meados de dezembro, já se ouvia falar sobre a criação de uma possível continuação. Com isso em mente, não é tão estranho pensar que já em abril, pouco mais de um ano após o lançamento ocidental, já existirá, pelo menos no Japão, a sequência para um RPG tão robusto.

A empreitada da Square Enix se tornou memorável em diversos quesitos. História, trilha sonora e direção de arte agradaram, enquanto que um sistema concentrado em quebrar convenções tradicionais do gênero surpreendeu muitos.

Bravely Second se passará anos após os eventos descritos em Bravely Default e carrega a promessa dos desenvolvedores de que tudo será parecido com o primeiro jogo. Claro, teremos novidades como classes, armas, paisagens e personagens, mas o espírito e objetivo de seu predecessor permanecerão intactos. Aos não japoneses, sobra apenas torcer para que a versão ocidental não demore tanto e que ela seja capaz de presentear 2015 com mais um RPG fantástico.

Escrito por André Silva Brandi

O presidente norte americano Abraham Lincoln precisa defender a cidade de Londres de uma invasão alienígena. Para isso, ele deve contar com sua unidade especial de lutadores composta por figuras como o leão covarde de O Mágico de Oz e outros membros baseados em personagens de livros icônicos como Peter Pan e Tom Sawyer. Não, eu não inventei isso agora. Essa é trama de Code Name S.T.E.A.M., novo jogo da Intelligent Systems para 3DS e que deve chegar ao ocidente no meio de março.

Como se não bastasse o conceito estranho, o estilo artístico da aventura é também pouco comum e faz S.T.E.A.M. ter potencial para ser um dos jogos mais originais de 2015. O título é praticamente um RPG tático, só que jogado em terceira pessoa e sem visão superior sobre o campo de batalha. Deve-se mover seu time através de turnos e posicioná-los corretamente para atacar, mas o jeito como isso é executado acaba por lembrar mais um shooter do que um título tradicional do gênero, como Fire Emblem.

Para quem pretende comprar um New 3DS, haverá ainda suporte aos Amiibos de Ike, Marth, Lucina e Robin, que poderão se juntar à Lincoln e sua equipe e adicionar mais elementos ao liquidificador de ideias que é Code Name S.T.E.A.M.. Agora resta apenas esperar até março para descobrir quão boa toda essa mistura é capaz de ficar.

Escrito por André Silva Brandi

A franquia Ace Attorney se tornou conhecida pela qualidade de seus roteiros, seus mistérios aparentemente impossíveis e personagens únicos. Shu Takumi - criador da série - se encarregou dos quatro primeiros lançamentos, com isso, criou os quatro melhores jogos a levar o nome da franquia. Apesar disso, desde Apollo Justice que um Ace Attorney não era escrito por Takumi, que teve envolvimento com Professor Layton vs. Phoenix Wright, do qual, porém, não teve controle total uma vez que se tratava de uma colaboração com a Level-5.

O anuncio de que um sexto Ace Attorney estaria sendo feito já veio com a notícia: o time de desenvolvimento seria o mesmo de Investigations e Dual Destinies, o que é, de certa forma, um divisor de águas na fanbase. Entra Dai Gyakuten Saiban, jogo que volta a ter por trás Shu Takumi como produtor, e que se passa no Japão - e mais tarde Londres -, durante o período Meiji. A história segue Ryünosuke Naruhodo - antepassado de Phoenix Wright, cujo nome Japonês é Ryüichi Naruhodou - em sua carreira como um advogado de defesa iniciante. Não só isso, mas o jogo também conta com a presença de Sherlock Holmes e sua assistente, Watson... Uma garotinha de oito anos de idade.

O jogo conta com uma mecânica de interrogação similar a de Professor Layton vs Phoenix Wright, assim como um formato de investigação mais livre do que dos jogos anteriores, incluindo a possibilidade de investigar até mesmo os próprios personagens fisicamente. Com essas mudanças e Shu Takumi de volta no controle pode-se esperar um novo Ace Attorney com a qualidade inalterada dos originais. Agora resta torcer para que a Capcom decida lançar o jogo fora do Japão.

Escrito por Nícolas Andréas Cardoso Martins Ferreira

Fire Emblem If entrou na nossa lista de última hora. O título do jogo é o japonês, mas não temos dúvida quanto a localização dessa vez - ele foi anunciado em um Nintendo Direct americano. E com o sucesso ocidental de Awakening, não é surpresa que outro Fire Emblem nos mesmos moldes desse as caras no 3DS. Aliás, é praticamente só o que sabemos desse novo Fire Emblem. Um novo roteirista foi chamado, e os responsáveis pelos designs de personagens de Awakening retornaram para essa nova iteração da franquia, que, esperamos, seja lançada ainda este ano para o portátil.

Escrito por Gustavo Vitor Barbosa Bomfim

A série Hatsune Miku fez sua estréia Ocidental no Vita e agora recebe sua primeira versão no 3DS, para a alegria dos fãs ocidentais. Trata-se de um jogo de ritmo que contém apenas músicas de vocaloids, algo bastante incomum desse lado do globo. Porque está na nossa lista de mais esperados? Porque os jogos da série são viciantes, desafiadores e com uma variedade impressionante de gêneros musicais, características absolutamente necessárias para ótimos jogos de ritmo. Espera-se que tenha uma grande variedade de músicas e tradução em inglês para as letras, assim como suporte a DLC e muito conteúdo extra para dar motivos para os fãs aproveitarem o título por muito, muito tempo. Com sorte, isso pode abrir caminho para outros títulos como Taiko no Tatsujin ou até mesmo um novo Ouendan por parte da Nintendo.

Escrito por Luis Guilherme Machado Camargo

Muito esperado desde antes mesmo do lançamento de Ocarina of Time 3D, The Legend of Zelda: Majora's Mask 3D finalmente nos trás de volta à terra de Termina, onde máscaras mágicas dão poderes a quem as usam e a lua encara cada vez mais perto.

O remake trás visuais refeitos, e as comparações em vídeo já mostram grandes melhorias. Não só isso, mas Aonuma e Miyamoto também prometeram mudanças que tornariam o jogo mais acessível aos jogadores sem tirar a dificuldade da experiência. Uma dessas mudanças são as Feather Statues, que devem prover ao jogador uma forma mais fácil de salvar o jogo sem ter que recorrer às Owl Statues ou a tocar a Song of Time e perder todo o progresso, uma das maiores reclamações dos fãs para com o lançamento original.

Escrito por Nícolas Andréas Cardoso Martins Ferreira

Monster Hunter 4 esteve na nossa lista de mais esperados de 2014. De um ano pra cá, muita coisa aconteceu -- entre eles, o lançamento de uma versão estendida, Monster Hunter 4 Ultimate, no Japão.

Não se deixe enganar: essa não é uma mera expansão. Enquanto que Monster Hunter 4 tinha 52 monstros grandes, 4 Ultimate tem 73. Como referência, Monster Hunter 3 para Wii tinha 18. Monster Hunter 4 Ultimate é, de longe, o maior jogo da série (excluindo Frontier, claro). Somando isso aos dois novos tipos de armas e à verticalidade do cenário, temos aquele que pode facilmente também ser o melhor jogo da série.

Os japoneses já sabem disso, claro, porque o jogo foi lançado lá em outubro. Aqui, teremos que esperar até o dia 13 de fevereiro, porém ao menos receberemos algumas colaborações especiais com Mega Man, Devil May Cry e outras franquias - essas colaborações substituem as colaborações da versão japonesa do jogo.

Monster Hunter 4 Ultimate é, aparentemente, a combinação de tudo que a série tem de bom com novas e empolgantes possibilidades de batalha.

Escrito por Thales Nunes Moreira

“Eu gostaria de fazer títulos do Mega Man para sempre, mas eu não estou mais em posição para fazer isso”. Essa frase de Keiji Inafune, criador do robô azul mais famoso dos games, talvez revele toda a motivação por trás de seu mais novo título, agora com a Comcept, uma desenvolvedora independente. Após sair da Capcom em 2010, a empresa, que ainda detém os direitos do personagem, cancelou nada menos que quatro novos projetos envolvendo o mascote. Se os fãs temiam que a geladeira se estendesse, o medo acabou quando Mighty No. 9 foi anunciado por Inafune no Kickstarter.

O jogo é um plataforma ação claramente desenhado para ser a sequência espiritual de Mega Man, pegando emprestado, ironicamente do seu próprio criador, vários conceitos. Com o apoio dos fãs, o projeto se tornou um dos mais bem sucedidos da história do Kickstarter atingindo 3 milhões a mais do que o valor originalmente estipulado por Keiji. A data de lançamento anunciada é de Abril de 2015 mas está sujeita a sofrer pequenos atrasos. Independente disso, a expectativa para a nova cria de Keiji Inafune e seu robô azul é grande, mesmo que o nome do robô tenha mudado um pouquinho.

Escrito por André Silva Brandi

Em apenas dois anos Xenoblade passou de apenas um lançamento - independente da sua qualidade inegável - para um nome de força e peso entre os seguidores da Nintendo. Inicialmente não passava de um jogo que era negado aos fãs pela própria empresa, mas tal atitude resultou na formação de uma fanbase extremamente determinada. Quando Xenoblade Chronicles finalmente saiu do Japão, não foi recebido com as melhores vendas, mas o nome tomou força de forma similar a que EarthBound conseguiu ao longo dos anos.

A Nintendo, por outro lado, tem se mostrado extremamente interessada em estabelecer e expandir Xenoblade como uma franquia ao lado de outros nomes que cresceram como Pikmin e Fire Emblem. O anúncio de Xenoblade X para o Wii U foi extremamente inesperado, mas tem se mostrado uma aposta grande da Big N para o console. A muito esperada inclusão de Shulk em Super Smash Bros. - uma das franquias mais importantes para a empresa - é outra prova do comprometimento da Nintendo em estabelecer a franquia, e tudo isso termina no anúncio de Xenoblade Chronicles para o 3DS, que elimina os principais problemas do lançamento original: A dificuldade em achar o título para venda - que é um resultado do monopólio da loja americana GameStop e do pequeno número de cópias disponíveis - acaba. Além disso, o público potencial do jogo é expandido - apesar de pouco, uma vez que não é compatível com o 3DS original por causa do Hardware. Mas independente do quão boa essa decisão é para a Nintendo de um ponto de vista financeiro, quem sai ganhando são os jogadores: Xenoblade Chronicles já era aclamado como o melhor RPG da geração passada - assim como um dos melhores já feitos -, a possibilidade de levar um jogo de tal calibre no bolso é apenas mais um ponto positivo, ainda mais se não for necessário pagar um valor absurdo para isso.

Escrito por Nícolas Andréas Cardoso Martins Ferreira

Yokai Watch é um fenômeno. Era difícil imaginar isso com seu anúncio tímido, em uma longínqua Level-5 Vision, evento que a empresa mostra seus jogos para o ano. Era também difícil imaginar vendo os números da primeira semana de vendas do primeiro jogo no Japão. Mas comparando esses números com o do mais recente lançado lá, não muitos anos depois, a diferença é absurda. Yokai Watch é uma febre japonesa e move milhões.

O produto lembra bem o estopim de Pokémon pelo mundo. Uma animação japonesa de Yokai Watch já existe, assim como mais de uma versão do mesmo título, característica dos monstrinhos de bolso da Nintendo. Aliás, as semelhanças não param aí. Com a proposta parecida com Pokémon, ainda um fenômeno em terras nipônicas, não é difícil entender a ascensão de Yokai Watch. O mercado tem falta de jogos do gênero de qualidade, e com toda a fama que os japoneses deram para o jogo, também estamos curiosos. A Level-5 anunciou que o título viria pro ocidente, mas desde então, esteve de boca fechada. E mal podemos esperar pra ver se toda essa fama é justificada.

Escrito por Gustavo Vitor Barbosa Bomfim

E essa foi a nossa lista. Tem algum jogo que deixamos de fora que vocês estejam esperando bastante? Deixe nos comentários! Nossa lista de Wii U será publicada em breve, junto com outro mini-podcast em que discutimos alguns dos jogos da lista.

Enquanto isso, segue o mini-podcast discutindo os mais esperados de 3DS pelo YouTube:

Participaram desse podcast:

Adriano Benedito Pasquini (redfield jr.)
André Silva Brandi (André)
Guilherme Augusto Viana Brito (Jango)
Gustavo Vitor Barbosa Bomfim (Gvitor)

Edição: Vinicius Schroeder Munhoz (Munhoz)

COMENTáRIOS • site
Al-Rashid
15/01/2015 às 22:27
Meu 3DS é movido a promoções
default
15/01/2015 às 21:10
O jogo te dá a opção de fazer ou não fazer, logo...?

Concordo que foi uma decisão desleal para extender o jogo, também achei ridículo mas ainda assim, opcional.
Aliás, não foi a única coisa que eu achei ruim em Bravely Default, achei que o ctrl+c e ctrl+v foi forte demais, lugares iguais, repetição da música ugh, mas ainda assim, o jogo é muito bom, muito mesmo e torço com todas as minhas forças pra que o Asano tenha aprendido a lição, pois MUITA gente reclamou disso e caso não tenha aprendido, bem, vai ser triste ver a serie Bravely, que tem um conceito tão legal, ir pro espaço, mas será inevitável pois esse tipo de jogo já costuma ser meio monótono, ai o cara repete locais, músicas e faz a palhaçada que fez com a história dos cristais? Se continuar assim geral vai perder o interesse.
Ahlas
15/01/2015 às 19:52
Se me lembro bem, precisa fazer aquilo pra pegar o final verdadeiro. Então não é opcional, a menos que a pessoa se contente com o final falso. Mas isso significa que ela não terminou o jogo. Jogar Bravely Default sem o Ouroboros é a mesma coisa que jogar Castlevania SotN sem matar o Dracula.
default
15/01/2015 às 17:30
Perai, vocês sabem que aquela parte do Bravely Default é totalmente opcional, ne? Vocês fizeram pq quiseram pois o jogo segue normalmente se não fizer :p

Também achei ridículo, mas é um evento totalmente opcional, então se fizemos foi pq quisemos.
Ahlas
15/01/2015 às 17:09
Torcendo muito pelo novo Fire Emblem e pra que não façam a mesma besteira que fizeram com Bravely Default em Bravely Second. O jogo estava indo tão bem até a parte de ficar repetindo os cristais 1000 vezes. Foi uma das coisas mais idiotas e entediantes que já vi. Falta de criatividade e vergonha na cara.
Jean Tortela
15/01/2015 às 16:59
Logo de cara já da pra ver 2015 não sera o fiasco que foi 2014 para o 3DS....
Quero varios jogos dai só espero ter grana
Pod
15/01/2015 às 16:06
O primeiro é um JRPG que é a continuação de um que, chegando aos 50% da aventura, vira uma das maiores fanfarronices do gênero. Sério, nunca vi um jogo que estava de certa maneira tão decente ter decisões dos desenvolvedores tão estúpidas. Quem jogou sabe do que estou falando. Então muita cautela na espera dessa continuação do jogo mediano.

O segundo eu não sei o que pensar, pode ser até algo superior a Valkyria Chronicles, vou aguardar também.

Terceiro tô nem ai, nem sabia da existência.

O quarto eu espero que hardcorizem um pouco mais, pois Awakening foi decepcionante para jogadores fãs da saga PoR e RD, muitíssimo superiores.

O próximo nem comento.

O seguinte vai ser legalzinho de jogar, mas não acredito que fazem um enhanced port com adições ao invés de fazer um full remake. O 3DS aguentava.

O outro não curto.

O próximo é um jogo que tô achando que vai flopar feio, tá vivendo muito na sombra de Mega Man e do seu criador.

O próximo é de longe o pior da lista. Além de ser baseado num MMORPG off-line wannabe, ele está se mostrando um port porco. Gráficos com FPS piores etc. Não me anima, assim como a continuação. RPGzinhos mais traque que já existiu, volte a fazer Baten Kaitos empresa do caramba, era bem melhor.

O último não me inspira interesse.

Tá fraco, espero que anunciem mais coisas. Seria um sonho ver um Metroid 2D ou o tão aguardado RPG da Monolith pro portátil que saiu artwork e tudo.
Mahon
15/01/2015 às 15:15
É complicado mesmo, mas vê: Quando a gente estuda Regras na cadeira de Teoria de Jogos, eles definem um "Jogo de Turno" como todo aquele que possui uma "ordem" de ações. A maioria de jogos de tabuleiro, como Monopoly (e Mario Party, por tabela) funcionam de forma similar.

Em Final Fantasy IV - IX, é possível que aconteça duas ações ao mesmo tempo, elas só não será mostradas na tela ao mesmo tempo por questão de limitação do jogo mesmo. Isso se dá para que a ordem dos ataques possam ser modificadas (que já podia ser feito antes com a ajuda de Slow e Haste, inclusive nos sem ATB, como I-III e X), mas não descaracteriza o turno.

O grande porém para querer descaracterizar o turno de Xenoblade é que é necessário se posicionar de tal forma que algumas Arts tenham mais efeito. Entretanto, isso não tira seus elementos de turno (que são produzidos por conta do Cooldown, que acaba criando uma "ordem"), inclusive até outros games estão colocando elementos de habilidade sem retirar os de turno (como esse novo STEAM aí, e até mesmo os Overdrives de FF X até um certo nível).

Como eu disse, alguns casos confundem muito, como o de Kingdom Hearts. Se observamos de forma rápida, levando em consideração estes fatos, acreditaríamos que este é um game de turno. Entretanto, não existe uma ordem que limite o seu ataque e/ou movimento, mas sim uma ordem que limita apenas golpes especiais. E está ordem nem se aplica aos inimigos, mais um motivo para este não ser caracterizado um jogo de turno.

Enfim, é uma teoria criada ainda para jogos de tabuleiro, mas que continua fazendo sentido nos dias de hoje (assim como as teoria de jogo de Huizinga, que são bem atuais).
default
15/01/2015 às 14:33
Mas é algo complicado de se afirmar xD Eu vejo as coisas dessa forma, mas outras pessoas acham que até o FFX a serie sempre foi de turnos xD
Tux
15/01/2015 às 14:31
Só jogo de japa?

Wii U tá com uma Lineup muito melhor, se você não é fã de jrpg...
default
15/01/2015 às 14:31
A partir do momento que o ATB entra em cena os turnos acabam na minha opiniao, pois não necessariamente existe uma ordem de ataque, diferente de FFI por exemplo, em que praticamemte existe uma ordem pre-determinada.
Mahon
15/01/2015 às 14:24
Então FF do IV ao IX não é considerado turno? Vejo necessidade de velocidade do mesmo jeito%6
default
15/01/2015 às 14:03
A partir do momento em que o fator determinante para os ataques é a velocidade, a batalha deixa de ser por turnos.
Turnos é quando um ataca, depois o outro, depois o outro... Em Xenoblade é possível que mais de um personagem ataque ao mesmo tempo.
raereu
15/01/2015 às 13:52
Cadê os botões de positivo/negativo? e o contador de comentários? como vamos semear a divertida discórdia agora hehehe
raereu
15/01/2015 às 13:49
"Enfim, adoro RPGs, mas não consigo me forçar a jogar Xenoblade. Aquele híbrido estranho de combate por turno/livre me afasta do jogo sempre que tento jogar. Uma pena"

Fogueira!!!! queimem esse herege!!! kkkkk na boa velho, tente mais um pouco.. alguns jogos dependem de nosso estado de espírito quando vamos jogar! Insista e com poucas horas vc virará um fã exagerado como nós! E olha que sou jogador de rpg desde nintendinho!
Aurèle Galdino
15/01/2015 às 12:43
Eu gosto muito de Rhythm Heaven também... Acho que será muito divertido!
Mahon
15/01/2015 às 12:30
Xenoblade é de turno sim! Turno nem sempre quer dizer que não possuímos controle direto do personagem, mas sim que nossas ações são limitadas por uma "ordem" (justamente o tempo que leva para as Arts carregar). É como Final Fantasy XII e a ADB, mudança que foi vista em Final Fantasy IV com as ATB. Era tudo turno, mesmo que mascarado.

Um que poderia parecer turno, mas não é, seria Kingdom Hearts. Por mais que tenhamos que esperar algumas coisas carregar, o jogo ainda nos da liberdade de atacar com algum golpe de forma indefinida.
default
15/01/2015 às 09:26
2015 tem dois jogos que eu quero no 3ds+Xenoblade, que já tenho mas vou pegar o de 3ds também, novo record xD

"Enfim, adoro RPGs, mas não consigo me forçar a jogar Xenoblade. Aquele híbrido estranho de combate por turno/livre me afasta do jogo sempre que tento jogar. Uma pena"

Xenoblade não é de turno não! É só um aRPG e o combate é bem simples até o-o
Tokii
15/01/2015 às 09:06
Xenoblade Chronicles é um ótimo exemplo do porque a NoA devia parar de assumir o que os fãs querem e não querem. Não consigo me conformar com o New 3DS não ter modeo básico na América, só XL!

Enfim, adoro RPGs, mas não consigo me forçar a jogar Xenoblade. Aquele híbrido estranho de combate por turno/livre me afasta do jogo sempre que tento jogar. Uma pena
Bom da Fox
15/01/2015 às 08:54
trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás trás
WTF Ivysaur
15/01/2015 às 08:49
Eu poderia dizer que afirmar que Xenoblade é o melhor RPG que já joguei é exagero.

Mas não é exagero. É o melhor RPG que já joguei.
O Hobbit
15/01/2015 às 07:19
Que gosta de RPG TEM que pegar Xenoblade. Simplesmente o melhor RPG que eu já joguei
daniel neves
15/01/2015 às 04:30
Infelizmente me interesso por poucos. Estou animado pra ver como vai ser o desempenho de Yokai W por aqui.

Mas desse ano o único que eu pegaria pra jogar agora seria MH4.

ainda não joguei OOT e nem Bravamente padrão. e queria jogar o AA de 3DS antes desse.
Munhoz
15/01/2015 às 02:57
Esse especial ficou top demais!
ferrers405
15/01/2015 às 02:24
Parecem interessantes também o Titan Attacks! e o SteamWorld Heist.
Rafael Bueno
15/01/2015 às 02:15
Menções Honrosas:
Etrian Mystery Dungeon
Devil Survivor 2: Record Breaker
Puzzle & Dragons Z/Super Mario Bros. Edition
Treasurenauts
Final Fantasy Explorers
Fossil Fighters: Frontier
Gunman Clive 2
Mario vs. Donkey Kong: Tipping Stars

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