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Melhores de 2015 (3DS e Wii U)
Postado por Equipe Wii U Brasil

 Verdade seja dita: 2015 foi um ano complicado para os fãs do universo da Nintendo. De início, tivemos a triste notícia de que a empresa deixaria oficialmente o território brasileiro, lugar que, para muitos, apresenta-se como um forte mercado consumidor da indústria de videogames. Não bastasse isto, no início do segundo semestre, fomos pegos de surpresa com o falecimento de Satoru Iwata, presidente da Nintendo.

Quanto aos jogos, em comparação com 2014, foi um ano fraco, apesar do surgimento de algumas ótimas surpresas que vieram, por exemplo, para salvar os prováveis últimos momentos do Wii U. Fora isto, Wii U continuou com seus ótimos exclusivos e sua inexpressividade cada vez maior quanto a jogos de thirds, enquanto o 3DS teve um ano fraquíssimo, tendo em vista sua base instalada atual, mesmo contando com o lançamento de uma nova variação de hardware com alguns upgrades (New Nintendo 3DS). Ah, e tivemos amiibos, amiibos para sempre, amiibos destravando conteúdo exclusivo de jogo e jogo de franquia famosa apenas pautado pelo uso deles.

Neste ano, elencamos os três melhores jogos de 3DS e de Wii U. Vamos aos laureados então?


 

Nintendo 3DS

 

O 3DS recebeu uma nova versão no começo do ano. O hardware mais poderoso, entretanto, não significou muita coisa, pois no fim do dia, faltaram jogos. Triforce Heroes ocupando a colocação de terceiro melhor jogo de 3DS do ano é a prova disso.

O mais novo Zelda é voltado ao multiplayer, que nunca foi o forte da franquia - e ela é de fato melhor aqui do que sempre foi quando tentava juntar mais de um Link em uma só tela. Jogar com amigos funciona e cria momentos únicos que tornam partes do jogo memorável. Mas só partes. Os intervalos são recheados de missões pouco inspiradas que para melhorarem, depende mais dos amigos do que do jogo. Com uma experiência mais jogador-dependente do que meritocrática, Triforce Heroes é volátil. Em um ano como esse para o 3DS, foi o suficiente para ser o nosso terceiro lugar.

Escrito por Gustavo Vitor Barbosa Bomfim


No topo da lista de pedidos dos donos de 3DS desde o lançamento de Ocarina of Time 3D, Majora's Mask 3D é um remake ainda mais competente do que OoT3D. O cuidado em refazer praticamente todas as áreas e texturas do zero de forma que ainda mantessem a mesma sensação melancólica que o lançamento original passava é claro, mas o remake de Majora's Mask também faz mudanças necessárias para atualizar e tornar coisas como as sidequests - que são grande parte do jogo - mais organizadas, polindo ainda mais um jogo que já era excepcional mesmo com seus muitos anos.

Majora's Mask 3D é um jogo facilmente recomendado tanto para os veteranos que jogaram o original no Nintendo 64 quanto para os novatos que ainda não tiveram contato com o capítulo mais sombrio dessa legendária franquia.

Escrito por Nícolas Andréas Cardoso Martins Ferreira


Monster Hunter sempre foi, teoricamente, uma série com um apelo muito amplo. Caçar monstros e fazer equipamento a partir das peças obtidas é uma das atividades mais comuns em videogames. Ainda assim, Monster Hunter sempre teve dificuldade a agradar a um público que não fosse de nicho ou japonês. Sempre havia algum obstáculo que não apenas dificultava a vida de novos jogadores, como impedia que a série atingisse o seu potencial.

Monster Hunter 4 (exclusivo do Japão) trouxe mudanças significativas à franquia, como uma verticalidade maior dos cenários e a possibilidade montar em monstros. Tais mudanças tornaram as batalhas mais dinâmicas, que estimulam a criatividade dos jogadores na elaboração de estratégias. Finalmente, Monster Hunter tinha batalhas nas três dimensões espaciais que não destoavam do restante do jogo, e sim reforçavam e ampliavam o que já estava lá. Além da liberdade maior de movimentação, os dois novos tipos de armas, a Charge Blade e a Insect Glaive, também cumprem papéis muito interessantes e conquistaram facilmente os jogadores.

4 Ultimate carrega todas essas mudanças, naturalmente. Essencialmente, todo o conteúdo de Monster Hunter 4 continua presente, porém há mais, muito mais. Só entre monstros grandes, o número aumentou de 52 para 75, o que permitiu incluir tanto favoritos das gerações mais antigas (como Kushala Daora) quanto monstros completamente novos (como Seregios). Além disso, há uma nova história após a conclusão da história de Monster Hunter 4 e, claro, o G Rank, cuja simples existência aumenta o tempo de jogo imensamente.

Como se não bastasse carregar algumas das maiores inovações da franquia desde a sua concepção e de ter um montante ridiculamente grande de conteúdo, 4 Ultimate também se mostra o Monster Hunter mais acessível, explicando conceitos que antes sequer eram mencionados e colocando mais ênfase no aprendizado através de ações, não de textos. Ainda há muito para evoluir nesse sentido, mas esse já é um ótimo primeiro passo.

Monster Hunter 4 Ultimate, assim, se firma não só como uma resposta à várias das críticas de longa data da série, mas também como o resultado de 10 anos de experiência do time de desenvolvimento.

Escrito por Thales Nunes Moreira


 

Wii U

 

Que Mario é um dos personagens mais prolíferos da indústria dos videogames, todo mundo sabe. O grande ícone e mascote da Nintendo se manteve popular por mais de trinta anos e foi estrela de uma enorme variedade de jogos, gêneros e consoles. Por causa dessa disposição toda em se diversificar, criou-se uma distinção entre os títulos "paralelos" e os "principais" de sua série. Os jogos do primeiro tipo seriam aqueles em que Mario não faz aquilo pelo qual é melhor lembrado, livre para experimentar. Já os do segundo, seriam as aventuras inspiradas pelos clássicos de NES e SNES em que o italiano é normalmente celebrado pelo brilhantismo e inovação de seus criadores no campo do design de fases e plataformas.

Pois bem. Super Mario Maker é level design puro e Super Mario em sua forma mais legítima. Pela primeira vez na história, Miyamoto e Tezuka, os dois maiores responsáveis pelo sucesso do personagem, resolveram ceder ao público o acesso às varias ferramentas que eles usaram ao longo dos anos, aliadas agora a uma interface simples e um objetivo bem claro: Promover interação e criatividade entre fãs do mundo inteiro. Um projeto pouco sofisticado, que poderia ter passado batido se não fosse a visão certa da Nintendo em todo o processo e sua execução quase que impecável.

É graças a Super Mario Maker que, em 2015, milhões de jogadores se divertiram com fases de Mario e vão passar anos a dividir essa experiência com outros, a exemplo de como aconteceu com gerações passadas, na época em que o encanador se consolidou. Só essa característica sozinha, já justifica a presença do jogo no nosso top e também na prateleira das pessoas que compraram um Wii U. Foi uma forma muito bem feita de celebrar um legado muito bonito.

Escrito por André Silva Brandi


Desde sua aquisição por parte da Nintendo, o estúdio Monolith Soft tem sido vigiado com olhos atentos pelos fãs mais assíduos da Big N, isso graças à competência com que deram a luz a Xenoblade Chronicles no Wii, título que foi aclamado como um dos melhores da geração passada. Com isso em vista, não é surpresa alguma que o anúncio de um novo Xenoblade - lá no longínquo ano de 2013 - seria imediatamente recebido com altas expectativas.

Os fãs ansiavam por outro mundo massivo e complexo no qual investir horas, e a Monolith Soft entregou tudo o que prometeu, mas em seus próprios termos - o que não é necessariamente um ponto negativo. Desde o início os desenvolvedores deixaram claro que Xenoblade Chronicles X seria substancialmente diferente de lançamento de Wii, o que deixou os desenvolvedores livres para que pudessem criar um mundo completamente novo para os jogadores. Xenoblade X consegue manter certa familiaridade com o que é dado aos jogadores no lançamento de Wii e ao mesmo tempo construir algo novo em cima disso. Além disso, poucos jogos podem se gabar de ainda conseguir surpreender os jogadores mesmo depois de 80 horas de jogo.

Escrito por Nícolas Andréas Cardoso Martins Ferreira


Não houve canção da ausência. Houve tinta, muita tinta. Parecíamos, de certa forma, órfãos que clamavam por uma investida mais ousada da Nintendo quanto ao Wii U. Por mais que blockbusters como Mario Kart 8 e Super Smash Bros. ditassem o ritmo normal de suas vendas, não havia novidade que equilibrasse inovação e aceitação instantânea da massa. Algo novo deveria pintar na área. Contudo, 2015 foi o ano em que as ideias inventivas de mentes por trás de séries consagradas como New Super Mario Bros. e Animal Crossing, dentre outras, surgiram para quebrar paradigmas, justamente em um estilo já pautado pela mesmice, fruto de uma massificação intensa nos últimos anos na indústria de games como um todo. Assim, Splatoon veio ao mundo.

Elencar as qualidades de Splatoon torna-se tarefa fácil. As mecânicas de jogabilidade fundamentadas no uso da tinta, num híbrido com a temática aquática, junto a elementos de arte (visual e sonora) descolados, intrínsecos à juventude atual ao redor do mundo, vieram como um rolo compressor rumo ao sucesso instantâneo. Há nele um single-player curto, porém engenhoso, o qual une sistema único de jogabilidade à mecânicas de plataforma e puzzle, sempre nos introduzindo a uma novidade, muitas delas exclusivas do modo campanha. Entretanto, certamente, o que fizera perdurar o clamor pelo jogo de tiro em terceira pessoa da Nintendo foi o suporte a conteúdo gratuito e de qualidade que, de certa forma, foi moldando e expandindo a experiência do jogo em seu aspecto singular: o multiplayer online. Vestimentas, inúmeras e originais armas, muitas arenas e modos de jogo viciantes adicionados e Splatfests periódicos ditaram a gratuidade da expansão do divertimento proporcionada por Splatoon nos últimos seis meses.

Há algumas críticas a Splatoon, como a pouca tolerância do modo online com conexão instáveis, alguns lags que atrapalham a experiência em certos momentos, além de a construção mês a mês do conteúdo do jogo ter sido vista com maus olhos por alguns. Contudo, suas inúmeras qualidades conseguem superar estes detalhes. Em meio a veteranos da Nintendo, Splatoon é o bicho mais anárquico: aquele que é pintado no primeiro dia, mas que tem a audácia de pegar a tinta e partir para cima, deixando sua marca, pintando a tudo e a todos.

Escrito por Adriano Benedito Pasquini


 

Menções Honrosas

Nintendo 3DS - Gunman Clive 2, Xenoblade Chronicles 3D, Pokémon Super Mystery Dungeon, Story of Seasons, Stella Glow, Etrian Odyssey 2 Untold: The Fafnir Knight, Lord of Magna: Maiden Heaven, Shin Megami Tensei: Devil Survivor 2 Record Breaker, Hatsune Miku Project Mirai DX.

Wii U - Kirby and the Rainbow Curse, Fast Racing Neo, Yoshi's Woolly World, Extreme Exorcism, Gunman Clive HD Collection, Fatal Frame Maiden of Black Water.



É isto! Gostaram? Não deixem de colocar a opinião de vocês nos comentários. Esperamos que 2016 possa ser um ótimo ano e repleto de novidades para as plataformas da Nintendo. O Wii U Brasil agradece a todos os leitores (cadastrados ou não) e esperamos que vocês estejam conosco nesse ano. Ah, e haverá um Hangout especial, em que discutiremos toda a repercussão em torno dos "Melhores do Ano", além de perspectivas futuras. Até lá!

COMENTáRIOS • site
Spark
22/01/2016 às 13:22
MH4U em primeiro mais que merecido. Já não posso dizer o mesmo desses zeldas, muita coisa citada pelo pessoal desbancaria eles na minha opinião.

Não sei o quão popular foram mas dois jogos que me divertiram muito em 2015 foram Puzzle and Dragons Z/Mario e Etrian Mystery Dungeon que sequer foram citados nas menções honrosas.
Jaime88
22/01/2016 às 06:40
Boa!
O top 3 do Wii U, extremamente acurado.
Já o do 3DS... Não joguei nenhum dos 3 ainda... estão na minha lista, mas não comprei ainda.
Pod
21/01/2016 às 20:55
O único Remake desses três é Etrian Odyssey 2 Untold: The Fafnir Knight, que na verdade também é um Reimagining. Shin Megami Tensei: Devil Survivor 2 Record Breaker é um enhanced port de Devil Survivor 2, assim como o Majora's 3D é um enhanced port da versão Nintendo 64. E Xenoblade Chronicles 3D é um port porco.
Angel
21/01/2016 às 14:11
Ninguém da equipe jogou Code Name STEAM? Achei que ele estaria em terceiro, no lugar de Zelda TH.
redfield
21/01/2016 às 13:50
@Ledig, se você joga Splatoon e não fica apertando A freneticamente enquanto Callie e Marie dialogam, pôde perceber que o que tem mais lá são "piadinhas". Apenas incorporei (entre aspas) o estilo ao texto sobre o jogo. E até que o texto está bem comportado, haha.

Galera que está reclamando da falta de jogos, principalmente nas menções honrosas: a lista reflete o que a equipe jogou em 2015 e que julgou melhor. Há jogos também que nenhum de nós jogou, portanto, estes não estão na lista por motivos óbvios.

PS: @ Zain Zahir, seu comentário contém uma crítica muito construtiva, principalmente acerca do site. Obrigado pelo feedback. Objetivaremos uma melhora neste ponto.
Escroticeiloveyou
21/01/2016 às 13:09
Lucker, para de ser preguiçoso e usa o daddy google
Etriran Oddsey 2, Devil Survivor 2 e Majoras são remakes
Sem contar Xenoblade que é port

Kyary, não vem palha assada não, a massa fã de Zelda criticava MUITO. Naquela época TP era páreo a páreo com Ocarina e ALTTP (aí lançaram SS e passaram a criticar ele por causa dos excelentes comandos com o Wii Motion Plus, esquecendo-se da versão verdadeira, a de Cubão)
Ledig
21/01/2016 às 13:05
Muitas piadinhas no texto do Splatoon

No mais, acho que Zelda Triforce Heroes não merece essa posição, o jogo é fraco demais.
NewD2Boy
21/01/2016 às 11:49
A lista dos melhores jogos do Wii U e do 3DS é a mesma do eShop. A Obsessão por Zelda continua com exceção do remake de Majora Mask que é muito bom, o Triforce Heroes foi mais decepcionante do que emocionante, Monster Hunter 4 Ultimate é o que mais se destaca por não ser um jogo da Nintendo e de ser uma franquia que fez muito sucesso no PSP, surpreendendo no portátil da oitava geração da Big N e atualmente já passou em número de jogos lançado em relações aos jogos da franquia no PSP: 5 x 4. PS: 5 porque futuramente será lançado Monster Hunter Stories.

Já do Wii U esses 3 foram os principais destaques no geral, Super Mario Maker mostrou muita criatividade, Xenoblade Chronicles X é sequência do melhor RPG da sétima geração e Splatoon mostrou que a Nintendo se tiver vergonha na cara é capaz de fazer uma nova IP acima da média.

As menções honrosas foram boas para ambos, apesar que faltou algumas opções, como: Legend of Legaçy, DBZ: Extreme Boutoden, Ace Combat: Assault Horizont Legacy+, Runbow, Freedom Planet, Typoman, Devil's Third, Mario Party 10 e Guitar Hero Live.

Mas mesmo assim o ano passado não foi bom, a Nintendo não soube aproveitar o bom momento de 2014 e deixou muito a desejar no ano passado, no quesito jogos third partie o público influenciou negativamente para ambos os consoles, o 3DS recebeu jogos específicos mas a grande maioria passou batido, no Wii U foram poucos jogos third partie lançados tirando figurinhas repetidas que tiveram destaque como sempre os demais passaram batido e teve boas opções para o console mas que infelizmente não tiveram a devida atenção.

E para finalizar o maior culpado dessa situação foi o NX, a Nintendo ficou investido nele nos bastidores e não deu a devida atenção para o Wii U e para o 3DS e por isso que ambos não foram 100% b em no ano passado.

E para os que falam que o 3DS está com o peso da idade isso não tem nada a vê, o console não teve um grande catalogo de jogos e por isso que vem decaindo nas vendas e se a Nintendo não abri o olho o PS4 irá ultrapassa-lo em breve.

Já o Wii U é muito injustiçado o console tem muitos ponto fortes mas ele é injustiçado em diversos pontos, o marketing no inicio da vida dele não ajudou muito e a falta de jogos third partie também é outro fator, diferente do Wii que é mais casual do que hardcore o Wii U é o oposto e segue os passos do N64 e do Gamecube que são consoles hardcores mas mesmo assim o console é injustiçado.

A Nintendo nesse ano de 2016 terá que fazer um trabalho muito melhor do que o ano passado com todos os seus consoles e os demais serviços porque só assim ela e nós donos dos consoles dela teremos um ano fantástico, esquecendo o ano passado que não foi o esperado.
Delanimes
21/01/2016 às 09:01
Acho que no ano passado só comprei 1 jogo para o 3DS (Senran Kagura 2) e 1 para o Wii U. Sendo que para mim o Fatal Frame V foi 50% do motivo de ter comprado o console(o outro foi Bayonetta 2), e felizmente não me arrependi. Foi meu jogo favorito do Wii U e um dos meus favoritos do ano em geral. Não tenho nenhum jogo de interesse no Wii U para 2016 e no 3DS o ProjectXZone 2 e o Bravely Second são os que mais me interessam.
Rafael Bueno
21/01/2016 às 05:20
Monster Hunter 4U foi realmente um dos melhores jogos q joguei em 2015!
Voliver
21/01/2016 às 04:52
Youkai Watch e Legend of Legacy nem em menção honrosa estão, só pode ser piada...
luckerL
21/01/2016 às 02:12
Aonde que tem 3 remakes na lista do 3ds? procure saber mais sobre os games da lista antes de criticá-los
Aristarkh
21/01/2016 às 02:03
"Majoras sempre foi criticadíssimo"

Por dementes que diziam ser mais do mesmo por ter a mesma jogabilidade de Ocarina of Time, daí criticavam de novo ao jogarem por ser diferente demais de Ocarina of Time. E eu já ouvia muita gente rasgando em elogios bem antes de 2011.
Escroticeiloveyou
20/01/2016 às 23:12
que lista lixo a do 3ds
a do wii u ao menos ta razoável, mesmo com o XCX decepcionando ligeiramente

"O 6,5 como terceiro lugar é tenso."
"Quando a equipe tem que fazer top 3 no lugar de top 5 dá para ver que tem algo errado XD"
FATOS INCONTESTÁVEIS

Sejamos francos: Zelda só ta ali por ser Zelda e não pela qualidade dos jogos. Majoras sempre foi criticadíssimo, depois de 2011 o povo literalmente resolveu elevar o patamar do jogo só pelo aspecto sombrio e vivem colocando em contra-ponto com TP dizendo que este é um Majoras fraco por ser menos "tenso"; não duvido nada que o mesmo ocorra com TP este ano com o argumento de que ele foi o Zelda que entregou o que fãs queriam ao inves de tentar renovar a roda como WW fez. Eu AMO Zelda multiplayer, se não fosse assim o do Cubão não estaria no meu top 5, mas que TFH ficou aquém FICOU SIM.
Não sei se a culpa é da escrizofênia Zeldistica que a maioria da massa Nintendista tem ou é simplesmente a falta de jogos realmente bons em 2015.

Agora... CADÊ YO-KAI WATCH NESSE TOP 3 OU AO MENOS NA LISTA DE MENÇÕES? Eu até não vou reclamar da falta de LBX pq o jogo é apenas um 7 e não um minimamente 8,5 como Yo-Kaizão.
Graças a Inês Brasil colocaram Gunman Clive em ambos consoles pelo menos!

O U mesmo que eu quisesse não teria como pedir muito. Lançou pouco, mas o que lançou foi bom de vdd. O top dele ta completamente compreensível.

INDA BEM QUE ESSE ANO NÃO TEM COMO SER RASO JÁ QUE VAI TER DRAGON QUEST VII E VIII PRA NÓS DAS AMERICAS E EUROPA, JA QUERO AMBOS NO TOP 3 DE 2016 ASSIM CM EM 2015 REPLICARAM ZELDA NO TOP. 5BJS PRA VCS QUE SÓ JOGAM NINTENDO E FALAM MAL DE XONE E PRINCIPALMENTE PS4

UPDATE: gente, tem como não! Pokémon Super Mystery Dungeon, Story of Seasons, Lord of Magna: Maiden Heaven, e Hatsune Miku Project Mirai DX é muita zuera, só pode, e cade S.T.E.A.M.?. Sem contar que tem 3 remakes nas listas do 3ds. Tudo bem que os remakes são realmente jogos bons, mas mesmo assim, ta parecendo PS4 desse jeito, fora o port de Xenoblade!
Thales
20/01/2016 às 22:48
Exatamente, Ernani. Eu não fui o maior fã de Tri Force Heroes, mas isso não significa que o resto da equipe concorde comigo. Além disso, pouca gente vai dizer que é um jogo ruim, o que ajuda em votações.
ernanifdx
20/01/2016 às 22:36
Uma coisa é uma pessoa dar 6,5, outra coisa é uma equipe avaliar um jogo.
Por exemplo, eu não colocaria o Monster Hunter em primeiro.
WTF Ivysaur
20/01/2016 às 22:04
E o pior que 2016 não parece nada diferente.

O 6,5 como terceiro lugar é tenso.
O Hobbit
20/01/2016 às 21:36
Quando a equipe tem que fazer top 3 no lugar de top 5 dá para ver que tem algo errado XD

Pra mim o que salvou o ano foram os jogos do virtual console. Aproveitei para jogar umas paradas que a idade não me permitiu jogar no passado
Woozer
20/01/2016 às 21:33
Eu gostaria de fazer um top 3, mas só 2 jogos conseguiram aguçar minha curiosidade ao ponto de comprá-los, facilmente um dos piores anos da Nintendo.
Ronfar
20/01/2016 às 21:28
Sobra as menções honrosas, eu achei que "The Legend of Legacy" do 3ds poderia ter ficado no lugar "Lord of Magna".
20/01/2016 às 21:20
Foi um ano muito bom para as plataformas Nintendo.

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