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Disney Epic Mickey: Power of Illusion
escrita por Adriano Benedito Pasquini
As sequências 2D de Epic Mickey, apesar de existentes em um número pouco expressivo dentro do jogo, nos deu um gostinho nostálgico, remetendo à época em que o personagem, do ponto de vista qualitativo, rivalizava com Mario e Sonic, estrelando títulos como os da série Magical Quest, no SNES, e o icônico Castle of Illusion, no Mega Drive. Sabendo deste público cativo, a Disney Interactive Studios recrutou a Dreamrift para nos trazer, em sua forma total, este clima, coberto de sprites e novidades, no 3DS. Assim se fará Epic Mickey: Power of Illusion.

O castelo das ilusões, de uma forma estranha, cai em Wasteland, terra na qual reside personagens esquecidos do universo da Disney. Neste lugar, a bruxa Mizrabel, vilã do citado jogo de Mega Drive, faz sua aparição e, como parte de seu plano para escapar de Wasteland, aprisionará Minnie e outros personagens no intuito de drenar suas essências e deixá-los entregues às suas ilusões. Para evitar isto, Mickey, munido de seus pincéis com tinta e diluente, tentará acabar com os intuitos maléficos da antagonista.

Dentro do castelo, Mickey se deparará com cenários tematizados da Disney, baseados em "Peter Pan" (Neverland Forest e Wendy Street),  Atlantica de "A pequena sereia", Wonderland de "Alice, no país das Maravilhas", dentre outros. Tais ambientações, juntamente com o castelo, apresentarão sprites desenhados à mão. Ao menos nas primeiras tomadas do jogo, pudemos constatar um visual competente, simples, porém intencionalmente objetivando nos trazer as memórias da época de 16 bits, adicionando melhorias devido ao poderio do 3DS, com um jogo de cores mais vibrante e, esperamos, um efeito 3D convincente.

Enquanto progride na aventura, Mickey fará uso de suas "armas" comuns a The Power of Two, com objetivos de desenhar objetos e trazê-los à tona nos cenários para o seu auxílio. Ou, claro, apagá-los por meio do diluente. Isto se dará com o uso das duas telas do Nintendo 3DS. Na parte de cima a ação se desenrolará, enquanto, em certos momentos de Power of Illusion, o jogador deverá, na tela de toque do portátil, desenhar objetos já predefinidos no mapa, preenchendo-os ou, simplesmente, contornando-os para enviá-los à tela de cima e ajudar o personagem. Ou atrapalhar. Afirmamos isto, porque sua precisão no uso da stylus será primordial, porque cada traço executado, terá uma avaliação variando de "Great" para "Bad" e, no final do ato, tudo isto será decisivo para um apanhado geral de seu desempenho rápido e as consequências disto.

Apagar plataformas esmagadoras ou desenhar plataformas flutuantes resultarão em ações mais comuns. Mas o cuidado ao desenhar um canhão perfeitamente, por exemplo, tornará decisiva a influência disto no jogo, porque, caso seja bem sucedido, o canhão acertará os oponentes, caso fracasse, Mickey e personagens do bem também serão alvos de tiros. Ou desenhar uma ponte com sucesso fará com que o herói ganhe um impulso a mais em seus pulos, todavia, um mau traçado fará com que a ponte desabe.

Além de tais habilidades únicas, Mickey poderá derrotar inimigos com pulos em cima deles e lançando "projéteis" de tinta ou diluente contra os mesmos e, ainda, usando seu pincel como se fosse uma espada, executando ataques simples, dentre outras habilidades. Entretanto, muitos podem reclamar que tais recursos que usarão das duas telas do aparelho poderão retirar a fluência que um jogo de plataforma deve proporcionar. Eis um desafio a mais para a competente Dreamrift, que desenvolvera pérolas para o DS como Monster Tale e o aclamado Henry Hatsworth in the Puzzling Adventure, com suas mecânicas inventivas no estilo.

Se temos cenários da Disney como planos de fundo de Power of Illusion, obviamente teremos também interações com personagens do mesmo universo. Você salvará Peter Pan, Alladin, Rapunzel (de Enrolados) e Tio Patinhas (olhai para Ducktales, Warren), dentre outros. Para nossa alegria, a interação com estes personagens não se resumirá ao salvamento. Cada personagem resgatado estará em seu "quarto" numa espécie de Fortaleza. Mickey poderá interagir com os mesmos e estes terão um papel fundamental em outras ações no jogo, como pedir para o herói realizar missões extras, proporcionando o retorno a cenários já explorados ou, ainda, através de Tio Patinhas, ter acesso a upgrades de vida, de uso de armas e, é claro, novas habilidades.

Desde o seu anúncio, até a expectativa para o lançamento, Epic Mickey: Power of Illusion tem cativado mais fãs do que Epic Mickey 2 para consoles. Nostalgia? Talvez, porém existe a junção com o novo também, afinal Mizrabel caira em Wasteland por estar esquecida nos confins da era Mega Drive e pode ser um dos trunfos da parceria entre Disney e a Dreamrift para nos presentear no dia 18 de novembro com um jogo que prime por diversão e boa execução de sua proposta.



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